terça-feira, 3 de dezembro de 2013

"Pupilas “vazadas” clinicamente conhecida como Coloboma, saiba mais…"

Pessoas que tem a pupila “vazada” é popularmente conhecida como “síndrome dos olhos de gato”, mas o nome clinico e correto é Coloboma.
Este caso, pode atingir uma das estruturas dos olhos, no caso a íris, a coroide, a pálpebra, a retina OU o nervo óptico, podendo acontecer em um ou ambos os olhos.
Nossos olhos começam a se desenvolver, ainda quando somos um feto, aproximadamente aos 22 dias durante a gestação, e o processo se dá em múltiplas camadas. A parte frontal do cérebro do feto inicia o desenvolvimento de duas pequenas bolas em hastes. Enquanto isso, a ectoderme (uma camada exterior de tecido) começa a ficar mais espessa sobre essas duas esferas.
Esse fenômeno acontece um em cada 10 mil bebês apresenta um processo de “selagem” não totalmente concluído. Em vez de um orifício circular, a abertura pode ter o formato de uma fechadura de porta, da pupila de um gato ou dando a impressão de ser um círculo “vazado”.
  • Infelizmente o coloboma pode causar problemas de visão para os pacientes, em parte por conta do vazamento de luz ocasionado justamente pela pupila expandida.
  • Pelo não fechamento da pupila pode também prejudicar a circulação de sangue no olho.
  • Entretanto…
  • A maior parte dos casos, o Coloboma só resulta em uma visão ligeiramente embaçada e um incômodo a luzes fortes.
Via: Você sabia? 

" “Covinhas” porque algumas pessoas têm outras não?"

Que as “covinhas” são atraente e chamam a atenção de homens e mulheres, sabemos, mas as covinhas são pequenas depressões naturais da pele (bochecha/maçã do rosto) ou queixo.
Nestas regiões o tecido fibroso adere entre a pela e o osso da mandíbula (no queixo) ou entre a pele e os músculos da face (no rosto).
A pele é “repuxada”, causando uma pequena retração que é mais acentuada quando as pessoas sorriem.
As pessoas que tem covinhas apresentam o músculo menor em comprimento do que o tamanho do músculo é normal nas pessoas que não têm covinhas. Isso é causado por causa de algumas falhas no desenvolvimento do tecido conjuntivo subcutâneo, mas de alguma forma, pode ser considerado um defeito congênito e mostra que as “malformações” nem sempre são ruins.
Ter covinhas, ou não ter, não é sorte. É a genética que determina se uma pessoa vai ou não ter covinhas. O gene responsável é dominante e isso significa que se um dos pais tem covinhas, então provavelmente os filhos terão.
Geralmente, os bebês têm essas cavidades, mas elas desaparecem gradualmente conforme a criança cresce isso é porque o músculo cresce com a idade e chega a seu tamanho normal.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

“Ouça os sambas-enredo das escolas de São Paulo”

Ouça gratuitamente os sambas-enredo das 14 escolas do Grupo Especial de São Paulo para o Carnaval 2014!
O lançamento oficial dos enredos acontece no próximo sábado, dia 07 de dezembro, na quadra da Escola Rosas de Ouro, na Freguesia do Ó em São Paulo.

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Ouça online e gratuitamente na página do SAMBA EM REDE:
https://soundcloud.com/sambaemrede

"As batidas do coração durante a morte"

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John Deering se submeteu a um experimento, sendo voluntário, no qual teria seus batimentos cardíacos gravados. O médico deste tal experimento é o Dr. Stephen Basley, que em 1938 revolveu colocar em prática e desvendar os mistérios sobre o coração.
Deering, tragou seu cigarro e sentou-se na cadeira deixando assim o Dr. Besley o “vigiasse” enquanto um guarda colocasse um capuz negro sobre sua cabeça e pregasse um alvo em seu peito em seguida o guarda prendeu eletrodos em seus pulsos.
O eletrocardiograma mostrou que, apesar da aparente calma, o coração de Deering batia muito acelerado com 120 batidas por minuto.
Quando o xerife deu a ordem para que atirassem o coração de Deering subiu para 180 batidas por minuto.
Uma das quatro balas perfurou o lado direito de seu coração.
Por quatro segundos o órgão teve espasmos seguidos de diversos espasmos e então o ritmo caiu gradualmente até que, 15.4 segundos…. Parou.
No dia seguinte o Dr. Besley descreveu a experiência à imprensa: “Ele parecia calmo, mas o eletrocardiograma mostrou que sua aparente placidez escondia as verdadeiras emoções dentro dele. Ele estava morto de medo”.

"Pessoas bonitas são mais conformadas e egoístas"





As pessoas atraentes são vistas como mais desejáveis e sociais, mas são mais propensas a terem valores não tão bonitos, favorecendo conformidade e autopromoção a independência e tolerância, segundo estudos das Universidade Aberta de Israel e Universidade Hebraica de Jerusalém.
Foram 118 estudantes, mulheres com média de 29 anos, responderam a questionários para medir seus valores (como tradição, conformidade e benevolência) e traços de personalidade (como afabilidade, extroversão e neuroticismo) e foram filmadas durante cerca de um minuto entrando em uma sala, lendo a previsão do tempo para uma câmera, e saindo da sala.
Assim também tiveram 118 participante, 40% do sexo masculino, que serviram como “juízes”. Cada juiz assistiu a um vídeo de uma das participantes estudadas, escolhida aleatoriamente, para avaliar seus valores, traços e atratividade.
O juiz que achou a participante alvo atraente fisicamente, ela também era percebida como agradável, aberta a experiências, extrovertida, consciente e emocionalmente estável, também foram mais propensos a acreditar que as mulheres mais atraentes valorizavam mais conquistas (profissionais, pessoais) em comparação com as mulheres menos atraentes.
E daí já sabemos o resultado: julgaram o livro pela capa, pois os questionários preenchidos pelas participantes não mostraram qualquer correlação entre ser bonita e ter traços desejáveis de personalidade.

  • Pior: as mulheres vistas como mais atraentes fisicamente eram mais propensas a apoiar valores como conformidade e tradição, em vez de valores como a autodireção e o universalismo, ligados à tolerância e uma preocupação com os outros.
De acordo com os pesquisadores, o estereótipo do que “o que é bonito, é bom” certamente não é verdade para todos os casos, já que pode ser que as pessoas mais “bonitas” sejam também mais conformadas, egoístas e intolerantes.